PROJETO ANIMAL
SEU ANIMAL É CASTRADO?? CASTRAÇÃO É UM ATO DE AMOR E RESPONSABILIDADE.
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Achei um animal abandonado o que devo fazer?

 

ATENÇÃO ESTAMOS LOTADOS

NÃO RECOLHEMOS ANIMAIS!!!!

ASSUNTOS:

  • Informações do que fazer quando encontrar um animal abandonado
  • Dicas de como proceder
  • Abrigo não é a solução

Desça com a barra de rolagem até o assunto de seu interesse.

NÃO TEMOS ABRIGO E SIM LAR TRANSITÓRIO ONDE RESGATAMOS CUIDAMOS E DOAMOS.

Informações:

 Leia com atenção as nossas informações sobre o que fazer quando encontrar um animal abandonado.

No final da página você encontra as dicas de como proceder nesta situação.

Diariamente o Projeto Animal recebe solicitações para resgatar animais em diversas situações, no entanto estamos lotados e sem condições no momento de acolher outros  animais.

Nosso foco não é amontoar animais e sim dar a qualidade de vida que eles merecem castrando, vacinando, vermifugando , dando alimentação adequada, tratamento veterinário, higiene até que este animal seja adotado.

Lembrando que tudo isso tem um custo nada é de graça e o Projeto Animal faz o que está dentro de suas possibilidades financeiras.

Por isso você que está lendo está página que muitas vezes tem 1 ou 2 animais ou nenhum animal pode fazer o que chamamos de lar temporário e desta forma você mesmo pode fazer algo por esse animal sem precisar esperar de outras pessoas, protetores e Ong que estão sobrecarregados.

Tenha dissercimento e lembre-se que não adianta somente recolher um animal  é necessário castra-lo, vacina-lo , vermifuga-lo e da forma correta tratar a adoção, realizando entrevista com o interessado por aquele animal, explicar sobre o termo de adoção que é muito importante, ter certeza que todos os familiares estão de acordo com a adoção, doar somente para maiores de 18 anos e desta forma conseguir um lar adequado a este animal que está sob sua responsabilidade ou seja a vida dele depende de você.

Procedendo com alguns cuidados você terá realizado uma adoção com responsabilidade evitando que depois da 1º mordida no sapato, planta destruida, etc  o adotante  e queira devolve-lo.

Uma adoção é feita com calma é necessário deixar claro ao adotante a personalidade do animal e não esconder nenhuma informação com essa atitulde a pessoa que adotar é porque realmente já analisou toda a situação e cuidará deste animal como se deve.

O Projeto Animal se coloca a disposição para orientar como se faz um lar temporário e termo de adoção e questionário pré adoção.

Abaixo segue as dicas de como proceder:


Encontrei um animal abandonado


E agora!?


A 1ª atitude é ACOLHÊ-LO.


  • Coragem, ele depende de você, que é quem o viu e quem está sentindo compaixão e vontade de fazer alguma coisa por ele.
  • Não jogue a responsabilidade para os outros.
  • Não adianta ligar para uma entidade de proteção aos animais e dizer: "Tem um cão abandonado na minha rua" e ir dormir com a consciência tranqüila.
  • As entidades estão abarrotadas de casos como esse e animais passando fome, doenças e o alto custo para manter tantos animais.
  • Então se você tiver a disposição de assumir a responsabilidade por apenas um único animal, estará ajudando as entidades e protetores de animais que geralmente já tem um nº de animais muito grande e assim como você também tem compromissos, familia, problemas, marido, filhos e muito trabalho e e com problemas financeiros exatamente por ajudar mais animais do que podem fisicamente , financeiramente e psicologicamente.

  • Encontre pessoas dispostas a ajudar: amigos, parentes e colegas de trabalho podem ajudar de diversas formas com transporte, lar provisório, recursos financeiros, acesso à internet, etc.
  • Ofereça um lar provisório: acolha o animal até a adoção em sua casa ou na casa de alguém que esteja dispoto a salvar a vida deste animal.

  • Se não puder acolhê-lo, com certeza encontrará alguém que possa fazer isso por algum tempo, mas terá de colocar a mão na massa e pedir ajuda a todos que você que conheça que goste de animais.
  •  Prepare o animal para a adoção: leve-o a um veterinário para exames, vacinas e vermifugação e castração.
  • Nessa etapa, você pode contar com a ajuda de associações de proteção, que muitas vezes mantém convênios com veterinários que podem prestar esses serviços por preços mais em conta.
  • Encaminhe para a adoção: divulgue o animal através de cartazes e via internet.
  • Procure entre seus conhecidos alguém que possa estar interessado em adotar um bichinho.
  • Converse com pessoas que gostam de animais. Entre em contato com as associações para ajudar na divulgação ou levá-lo para uma feira de adoção. 
  • Tenha consciência de que, se ele for levado a uma feira e não for adotado, você deverá ficar com ele por mais algum tempo.

ABRIGO NÃO É A SOLUÇÃO!!!!!

Acreditamos que abrigo não é solução para o problema e nem vida digna para os animais abandonados. 

A população canina e felina aumentou consideravelmente nas últimas décadas e isso se deve à irresponsabilidade do ser humano, que ainda trata o animal como algo descartável.

 

A posse responsável ainda é o maior trunfo contra o abandono de animais, pois embora existam ações que agora começam a fazer parte do nosso cotidiano, seja através de programas de ensino implantados pela prefeitura nas escolas municipais, seja através das entidades de proteção aos animais, como do PROJETO ANIMAL, que enfocam cada vez mais o controle populacional pelo método das castrações (esterilizações); a conscientização da população ainda é lenta.

 

Mas o que fazer com os animais que já existem e ninguém mais os quer? É o caso do abrigo. De alguma maneira estes animais foram para lá e lá permanecem pelo resto de suas vidas.

 

Abrigo é o sinônimo de abandono e compaixão, abandono pela sociedade que não os quer mais e compaixão por aqueles que os acolhem e lutam para que sobrevivam de alguma forma mais digna do que a primeira que tiveram.

 

Geralmente os abrigos hoje acomodam de 10 a 15 vezes mais da sua real capacidade, o que gera uma superpopulação e conseqüentemente, péssima qualidade de vida.

 

Somente os animais, e quem se responsabiliza por eles diretamente, é que sentem na pele todos os problemas e dificuldades da superpopulação de animais.

 

Doenças são transmitidas em massa e são difíceis de serem controladas e administradas, pois a resistência do animal fica baixa, sujeitando-o a todo o tipo de viroses, que são impossíveis de serem combatidas por causa da grande quantidade de animais e do altíssimo custo que isto requer.

 

Disputas e brigas por espaço e comida são constantes, e os mais fracos inevitavelmente morrem por não conseguirem sobreviver a esta concorrência.

 

Para se manter um abrigo, além de todo o custo envolvido com alimentação, existe ainda os custos da manutenção. Quem paga pela água e energia consumidas? Quem paga os funcionários e produtos para limpeza dos canis e gatis?

 

Para administrar a saúde dos animais, são necessários um veterinário responsável e uma infra-estrutura para a devida acomodação dos animais e os medicamentos utilizados. Quem paga por tudo isso?

 

Como percebemos, é preciso uma verba muito grande para manter um abrigo e não podemos deixar de mencionar que abrigos não são órgãos da Prefeitura, nem do Estado e nem do governo Federal, e que não possuem arrecadação financeira para serem mantidos. Em sua grande maioria são administrados por pessoas físicas, que disponibilizam suas rendas, seus bens, ou mesmo por aqueles que não possuem nada a não ser seu amor incondicional de proporcionar “a vida” àqueles que um dia tiveram lar e família e que hoje se encontram no estágio do abandono chamado “abrigo”.

 

Existem pessoas que gastam fortunas para comprar seus animais nos criadores ou petshops, dando dinheiro muitas vezes a quem comercializa animais de forma indecente, os animais que estão à venda muitas vezes sofrem maus tratos e não recebem os devidos cuidados. Pois bem, estas mesmas pessoas, ao se “descartaremde seus animais (compram e depois os descartam, afinal, para eles são objetos, não?), simplesmente os jogam em abrigos ou mesmo nas ruas, criando problema e despesas para protetores que dedicam sua vida e renda pela causa dos animais abandonados.

 

Infelizmente é muito grande também o número de pessoas que levam seus animais ao CCZ para serem sacrificados porque simplesmente já não os querem mais (ficaram velhos, doentes, prenhes, vão mudar de casa e outras conveniências absurdas).

 

Este é o problema, não existe posse responsável e nem leis que obriguem estes donos a serem responsáveis e estes comerciantes a serem “decentes”. Os animais deveriam ser obrigatoriamente vendidos já castrados. Caso o dono não o quisesse castrado, deveria pagar uma taxa alta e assinar um termo de responsabilidade. Se um animal fosse encontrado na rua, esse dono deveria ser penalizado severamente. Toda pessoa que adquirisse um animal deveria estar ciente e dar valor a esse animal que agora é de sua responsabilidade, não poderia mudar de idéia meses ou anos depois e daí querer livrar-se dele.

 

Mas, quem se preocupa com isso, não é mesmo? Esse problema fica nas costas de poucos que não suportam ver os animais sendo tratados dessa forma.

 

“Animais domésticos vieram ao mundo para trazer amor e companhia ao homem e não para serem descartados e viverem infelizes em comunidades de abandono”.

 

Abrigo não é a solução.

Fonte: Clube das Pulgas